quinta-feira, 19 de junho de 2008
Vídeo
domingo, 4 de maio de 2008
Reportagem sobre o desempenho em Matemática
A vida gira em torno da matemática, é impossível vivermos sem a matemática. Lendo o que os jovens pensam sobre o conteúdo de matemática que lhe são transmitidos, eles não sabem o porquê dos mesmos, se desanimam porque não entendem e assim por diante...
Lembro-me que quando estudava no ensino fundamental (séries finais), o que comandava a nossa aprendizagem era a disciplina rígida. Uma atenção prodigiosa, o silêncio necessário para se ouvir a voz clara do(a) professor(a) explicando, os alunos (os menos tímidos) perguntando e o professor novamente explicando.
Comparando aos dias de hoje, temos salas com alunos cheios de vida, sem muita concentração, incapazes de ficar muito tempo sentados, imagina em silêncio... ah, que muitas vezes não perguntam nada sobre o que o professor explicou, mas falam de outro assunto bem diferente...
Então, percebo a necessidade de estarmos em constante formação e atualização para acompanhar essas crianças maravilhosas que temos sob nossa responsabilidade durante quatro horas diárias.
Sermos capazes de ouvir as tantas novidades e curiosidades que nossos alunos tem a nos contar e aproveitar para fazer um gancho, retornando ao conteúdo e exemplicando com os fatos contados pelas crianças, a nova questão proposta para o dia.
Junto a tudo isto, temos um mundo fora da sala de aula, cheio de bons exemplos, para trabalharmos a matemática. Levar o lúdico como "choffer" do nosso trem da aprendizagem. Ou até mesmo transformar nossa sala num grande palco de espetáculos, e nele se lançar na aventura de descobrir junto com seus alunos o mundo maravilhoso da matemática.
Fazer da matemática um bicho-papão, só levará as crianças a temerem mais este "vilão" criado para ajudar a vida dos alunos, mas nos olhos deles vem para complicar.
Desvendar os mistérios da matemática, descobrir junto com as crianças, investigar pensar mais e escrever menos...este pode ser um bom caminho, não é mesmo?
quinta-feira, 24 de abril de 2008
PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
Pedagogia da Autonomia
Saberes necessários à prática educativa
Paulo Freire
Gosto de ler Paulo Freire. Ele ressalta o respeito em relação ao conhecimento que o educando traz consigo. Por ser um sujeito social e histórico, o educando interage, fazendo suas concepções prévias.
Quando fala em ética, Freire instiga nossa análise quanto à autonomia de ser e de saber do educando que é essencial para o trabalho docente, independente da faixa etária em que se encontram.
“... ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.” (p.25) Assim, podemos ler nas entrelinhas que, quando ensinamos, também aprendemos, criamos, transformamos juntos. Da mesma forma quem aprende, ensina.
Por isso, “Não há docência sem discência” (título p. 23), o nosso existir se dá pelo fato de haver pessoas que querem aprender e experenciar. O professor tem um papel primordial que não é somente o de transmitir conhecimentos, mas ensinar a pensar certo, desafiar, problematizar. Igualmente, o professor deve ser um pesquisador, ter curiosidade, buscar o saber e assimilá-lo de forma crítica, nunca ingênua.
“O professor que pensa certo deixa transparecer aos educandos que uma das bonitezas de nossa maneira de estar no mundo e com o mundo, como seres históricos, é a capacidade de, intervindo no mundo, conhecer o mundo.” (p.31) Para Freire, ensinar demanda aceitar novos desafios quanto ao conhecimento ainda não existente. Faz-se necessário que se proporcionem momentos para experiências, para buscas. O diálogo, o saber ouvir, o debate, devem fazer parte dessa prática tanto quanto o compreender do querer dos alunos. O professor deve sentir prazer no que faz, repassando essa fruição aos seus educandos quanto a suas aprendizagens.
“É esta força misteriosa, às vezes chamada vocação, que explica a quase devoção com que a grande maioria do magistério, nele permanece apesar da imoralidade dos salários.” Aqui, Freire, como mestre, acrescenta que o professor, mesmo retalhado, “ainda cumpre como pode, seu dever, amorosamente”.
Temos que ser protagonistas neste show que é a educação, nos sentirmos livres e felizes, tendo e levando a alegria, co-participando das possibilidades de mudanças. Assim, entre vários significados de ensinar, fica o chamado à reflexão sobre a beleza e a importância do trabalho do professor, que apesar de tantas mazelas: “ensinar vale a pena”.
Aluna: Maria Lúcia de Mello Machado
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Avaliação do Eixo III - 2
Sintetizar minhas aprendizagens significa retornar ao início da etapa, refletir sobre minhas dúvidas, sobre as novas aprendizagens, sobre as consolidações, sobre as aprendizagens que precisaram ser redimensionadas, então, colocá-las no papel de forma mais breve, desde que contemple as idéias principais. Este processo é um pouco moroso, pois precisamos voltar e revisar muitas vezes, para termos certeza daquilo que aprendemos e que queremos apresentar.
Ao organizar a síntese para os outros, pensei em relacionar a minha caminhada com a teoria, o meu dia-a-dia, a minha práxis. Ao mesmo tempo pensei em contemplar falas de alguns autores referentes aos assuntos que eu selecionei para a síntese e que seriam interessantes para uma reflexão. Porém o meu slide, para aquele momento, com tempo pré-estabelecido, não foi o mais apropriado. Deveria ter feito em forma de itens para comentá-los, de acordo com o questionamento em realizado, as minhas aprendizagens e a minha prática em sala de aula.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Fazendo a avaliação do software
Como não usamos planilhas diariamente, tudo torna-se desafiador.
domingo, 6 de abril de 2008
Avaliação do Eixo III
(em construção)
Inicialmente, parecia que seria muito difícil elaborar a síntese das aprendizagens, mas penso que o tornar-se difícil depende da nossa ansiedade e de como nos preparamos para realizar as atividades. Durante a elaboração do documento fiz um texto enorme, de tudo que eu pensava ser importante aparecer. Depois, fui subtraindo ou reduzindo as expressões para contemplar a quantidade de linhas solicitada. Claro que voltei aos textos que fiz no blog e demais atividades para confirmar as idéias que eu queria que fizessem parte do texto. Foi bom rever os textos para podermos analisar a nossa caminhada no curso. Nada adiantaria escrevermos textos bonitos, se não condizessem com nossa prática em sala de aula. Percebi que experiência, prática, eu tenho bastante, o que me faltava era a base teórica que iria sustentar essa prática. Então, nesse sentido fui situando minha prática e acredito que ainda posso aprender mais e qualificar o meu fazer pedagógico.
Na preparação da apresentação oral eu penso que não estava bom, apesar dos slides ficarem bonitos, mas percebi que não correspondia com a minha fala. Não dava para ler tudo que eu escrevi e, ainda, falar da minha prática. Então percebi que nesse ponto preciso melhorar, tanto apresentação quanto minha fala deve ter o mesmo teor, para não ficarem sem sentido. Observei a apresentação de minhas colegas e comparei com a minha, por isso penso que há coisas muito boas, mas também, há coisas que precisam ser melhoradas. Falar em público não é o problema. Tenho que ter segurança sobre o assunto, isto é, ter realizado na prática, observado e avaliado ter acrescentado um embasamento teórico.
Não me recordo de ter chegado a essa conclusão nas etapas finais, o que lembro é que durante a caminhada, os estudos e em consonância com a minha prática docente fui consolidando as aprendizagens. Não posso dizer que tudo o que estamos estudando seja novo para mim. Há muitos assuntos que já foram avistos anteriormente, porém com uma abordagem diferente, até mais significativa.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Linha do Tempo
Aqui você encontrará uma linha do tempo com eventos da história da Informática na Educação do Brasil e fatos da minha vida.
DATAS FATOS
1978 – Dezembro de 1978 – Conclusão do Ensino de 1º Grau. Já havia feito um curso de datilografia.
Em agosto de 1981 é realizado o I Seminário de Informática na Educação, em Brasília/DF, UNB, promovida pelo MEC/SEI/CNPq.
1981 – 12/09/81 a 14/11/81 – Curso de Extensão Universitária de Dificuldades da Língua Portuguesa – FACCAT.
Em Setembro de 1985 Foi aprovado o Plano Setorial: Educação e Informática pelo CONIN/PR, No mês seguinte, 02/10/85 a 05/10/85 – participei do II Seminário de Alfabetização e Educação – FEEVALE
Em abril de 1986 foi extinto o CAIE/SEPS e criado o CAIE/MEC. Em julho do mesmo ano foi instituído o I Concurso de Software Educacional e da Comissão de Avaliação do Projeto. No final do ano, em 09/12/86 participei do Encontro sobre Preparação para o Trabalho – 38ª DE de Taquara/RS.
Em janeiro de 1989 foi realizado o II Curso de Especialização em Informática na Educação – FORMAR II – Em abril ingressei no Magistério Público de Sapiranga, fui lotada numa escola no distrito de Picada Hartz (hoje Município de Nova Hartz).
Em março de 1990, foi aprovado o Regimento Interno do PRONINFE para a SENETE/MEC.– Durante este período, mais precisamente, Julho de
1991 – 19/04/91 a 20/04/91 – Seminário Estadual – Rumos da Educação – FACCAT/ 38ª DE – Taquara/RS – 12 horas
Em fevereiro de 1992 foi criada a rubrica específica para ações de informática educativa no orçamento da União. Neste mesmo ano, em 07/07 assino meu Ingresso no Magistério Público Estadual – com lotação no Colégio Estadual João Mosmann, Parobé/RS.
Em abril de 1997 ocorreu o lançamento do Programa Nacional de Informática na Educação PROINFO. Em 04/08/97 a 05/08/97 – participei do II Seminário Regional de Educação – Educação e Mudança – FACCAT – Taquara/RS
Em 03/03/99 – Ingressei no Magistério Público Municipal de Parobé, pela terceira vez.
No período de 15/05/99 a 05/06/99 – Freqüentei o Curso Word. Em seguida, de 24/04/99 a 15/05/99 frequentei o Curso Windows – FACCAT – Taquara/RS.
2001 – 28/05/01 a 01/06/01 – Curso de Informada Aplicada à Educação – ITEAI/SMED/Pref. Municipal de Parobé
2002 – 11/03/02 a 15/03/02 - Curso de Informada Aplicada à Educação – ITEAI/SMED/Pref. Municipal de Parobé
2003 – Participei do Curso de Capacitação do PROINFO, realizado numa parceria da SEC/MEC/ SMED de Novo Hamburgo, para professores da rede pública.
