Meu maior desafio como professora é assegurar que todos os alunos dominem as competências básicas do programa de ensino para o ano em que se encontram.
Não se trata de passar o conteúdo previsto, é preciso que os alunos aprendam.
Uma das dificuldades que alguns alunos encontram é aprender a ler. Para isto é necessário que o aluno compreenda o princípio alfabético, isto é, ter desenvolvido a consciência fonêmica. A Consciência fonêmica nada mais é do que o desenvolvimento de uma consciência fonológica aliada a um nível adequado de linguagem e vocabulário.
Na verdade o que acontece é é que alguns alunos dificuldades para aprender o código alfabético: codificar e decodificar palavras.Também podendo confundir letras e sons.
Fico atenta, observando os alunos nas suas iniciatitivas. Procuro desenvolver atividades que trabalhem o erro do aluno, conversar muito, propondo desafios.
Na turma onde atuo, encontrei outro fator que dificultavam o desenvolvimento de alguns dos alunos: falta de visão. Um dos casos já está solucionado e o outro está em andamento.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Observações e Ponderações
Quando estou na sala de aula com meus alunos, passando atividades, explicando, corrigindo,observo os alunos e suas ações e reações.
Por que há alunos que se dedicam, gostam de escrever, realizar as atividades. Há aqueles ainda que tem sede de saber. São rápidos e buscam mais e mais, precisando às vezes freá-los. Esses vão auxiliando os colegas mais atrasados.
Tem aqueles que vão fazendo aos poucos, param, conversam, trocam idéias, continuam suas atividades e terminam. Mas ainda temos os alunos que fazem de tudo pra não fazer as tarefas, pedem para tomar água, para ir ao banheiro, reclamam de um ou outro colega que estão encomodando-os, ou que estão sem lápis, sem borracha, estão com dor de cabeça, e assim vai por aí a fora. São crianças que gostam de brincar e se divertir, porém quando chega na hora de fazer as atividades, não flui.
Com uma turma tão heterogênea, busco fazer a diferença atendendo todos da melhor forma. Preciso contar com a ajuda dos pais, respaldando a realização das tarefas de casa, mas isso também não acontece no geral. Estou no ritmo do "rebolation" pra ver se dou conta, rsrsrs...
A amizade, o afeto eu já tenho deles, preciso aos poucos ir contornando essas pequenas grandes barreiras que se fazem presentes na vida deles e, que dificultam a aprendizagem, o sentir-se livre para voar, ousar, aprender.
Por que há alunos que se dedicam, gostam de escrever, realizar as atividades. Há aqueles ainda que tem sede de saber. São rápidos e buscam mais e mais, precisando às vezes freá-los. Esses vão auxiliando os colegas mais atrasados.
Tem aqueles que vão fazendo aos poucos, param, conversam, trocam idéias, continuam suas atividades e terminam. Mas ainda temos os alunos que fazem de tudo pra não fazer as tarefas, pedem para tomar água, para ir ao banheiro, reclamam de um ou outro colega que estão encomodando-os, ou que estão sem lápis, sem borracha, estão com dor de cabeça, e assim vai por aí a fora. São crianças que gostam de brincar e se divertir, porém quando chega na hora de fazer as atividades, não flui.
Com uma turma tão heterogênea, busco fazer a diferença atendendo todos da melhor forma. Preciso contar com a ajuda dos pais, respaldando a realização das tarefas de casa, mas isso também não acontece no geral. Estou no ritmo do "rebolation" pra ver se dou conta, rsrsrs...
A amizade, o afeto eu já tenho deles, preciso aos poucos ir contornando essas pequenas grandes barreiras que se fazem presentes na vida deles e, que dificultam a aprendizagem, o sentir-se livre para voar, ousar, aprender.
domingo, 4 de abril de 2010
Desafios
Na turma onde leciono há vários alunos que apresentam TDAH. Então considero um desafio ensinar, problematizar, estimular, provocar a curiosidade, a necessidade e o prazer em aprender a ler e escrever. Há dois repetentes na turma. Um deles com problemas fonológicos. Também, há aqueles que não se desenvolveram como deveriam no Programa Alfa e Beto, vindos das outras duas turmas existentes e uns sete alunos da minha turma. Ao todo são quatorze crianças que precisam ser recuperadas numa turma de trinta educandos. Penso que o Programa é bom e pode ser desenvolvido, porém só através da ludicidade podemos recuperar esse atraso no desenvolvimento cognitivo desses pequenos.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Hiperatividade e falta de atenção
De todas as situações que ocorrem na escola, o TDHA (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade)vem ganhando espaço nas escolas. E não são resolvidos ou ou amenizados os casos existentes, visto que, há uma fila enorme para atendimento via município e os pais não percebem a necessidade deste auxílio ou não tem como custear o tratamento.
Crianças bem ativas, agitadas ou distraídas frequentam as nossas salas de aula. Isto interfere na vida e no desenvolvimento normal delas.
A família deveria ser parceira na busca da solução para estes casos.
O professor tenta de todas as maneiras ajudar, mas o efeito não é o mesmo.
À medida que a criança vai crescendo, o seu desenvolvimento cognitivo não acompanha, ocorrem muitos conflitos nas relações familiares e socias. Um por falta de concentração, outro por falta de atenção. E agora professor?
Crianças bem ativas, agitadas ou distraídas frequentam as nossas salas de aula. Isto interfere na vida e no desenvolvimento normal delas.
A família deveria ser parceira na busca da solução para estes casos.
O professor tenta de todas as maneiras ajudar, mas o efeito não é o mesmo.
À medida que a criança vai crescendo, o seu desenvolvimento cognitivo não acompanha, ocorrem muitos conflitos nas relações familiares e socias. Um por falta de concentração, outro por falta de atenção. E agora professor?
terça-feira, 23 de março de 2010
Descobrindo limitações, propondo superações
Na turma encontramos crianças com características distintas. Temos os sem limites, os que não acompanham, pois não copiam, são desatentos e desorganizados. Temos os que copiam as atividades, porém estão no meio do processo, adquirindo autonomia na leitura. E ainda, aqueles que leem e realizam com muita rapidez as atividades.
Precisa haver um bom jogo de cintura para dar conta de todos. Os novos não foram muito bem recebidos por alguns, que já faziam parte da turma. Mas aos poucos eles vão se conhecendo e se adaptando a nova realidade. Na turma há dois afro-descendentes. Uma menina já estava na turma e o menino chegou este ano. Ele falta muito as aulas.
Todas essas observações servirão de base para uma estratégia de trabalho.
Precisa haver um bom jogo de cintura para dar conta de todos. Os novos não foram muito bem recebidos por alguns, que já faziam parte da turma. Mas aos poucos eles vão se conhecendo e se adaptando a nova realidade. Na turma há dois afro-descendentes. Uma menina já estava na turma e o menino chegou este ano. Ele falta muito as aulas.
Todas essas observações servirão de base para uma estratégia de trabalho.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Estágio 2010/1
Meu pbwiki é http://marialucia164240.pbworks.com
Vou realizar meu estágio com uma turma de 2° ano, dando continuidade ao Projeto Alfa e Beto, iniciado no ano anterior.
A turma era de vinte e um alunos. Hoje estamos em vinte e nove crianças.
Há dois repetentes de 1ª série e nove alunos que não completaram as etapas do programa.
Nesta estamos trabalhando o nome completo. Também estamos descobrindo preferências e dados sobre a vida das crianças. Posteriormente faremos gráficos.
Vou realizar meu estágio com uma turma de 2° ano, dando continuidade ao Projeto Alfa e Beto, iniciado no ano anterior.
A turma era de vinte e um alunos. Hoje estamos em vinte e nove crianças.
Há dois repetentes de 1ª série e nove alunos que não completaram as etapas do programa.
Nesta estamos trabalhando o nome completo. Também estamos descobrindo preferências e dados sobre a vida das crianças. Posteriormente faremos gráficos.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Papel do Professor
Quando da nossa formação, no Ensino Médio, para o Magistério das séries iniciais, a preocupação que tínhamos e que nos foi passada sobre a importância da Didática no processo ensino-aprendizagem. Vencer os conteúdos, manter a disciplina da turma, ter autoridade...
Passamos por diversos governos e ideologias. E aprendemos com todas.
Hoje, analisando o contexto, vejo que o professor não é um mero transmissor de conhecimento. O aluno no processo educacional é visto como um fator essencial para a construção do conhecimento, e não só como um mero recebedor de conteúdos. A busca pelo saber não está ligado tão somente ao ato de ouvir, copiar e fazer exercícios. Se pensarmos sobre este aspecto, os alunos devem permanecer calados e quietos em suas carteiras, entretanto, não é o que ocorre sempre.
É fundamental a participação ativa dos alunos na apropriação do conhecimento, na troca com os colegas, na desacomodação promovida pelo professor.
O ato educativo envolve o conhecimento prévio, toda a bagagem anterior do educando e o que ele faz com os novos subsídios acrescidos na escola.
Outra questão que deve ser levada em conta é sobre o despertar da criticidade no aluno. Ao envolver-se com assuntos políticos, sociais e culturais que existem no meio em que vive, interage com os colegas e forma opinião.
O professor como sujeito da história deve estar engajado a todas essas questões. Não adianta o professor usar de demagogia na sua prática ele deve ser verdadeiro, visando uma prática transformadora. Os alunos devem sentir o comprometimento do professor dentro do processo de ensino. Por isso dizemos que o professor é um formador de opiniões e não apenas um transmissor de conhecimentos.
Passamos por diversos governos e ideologias. E aprendemos com todas.
Hoje, analisando o contexto, vejo que o professor não é um mero transmissor de conhecimento. O aluno no processo educacional é visto como um fator essencial para a construção do conhecimento, e não só como um mero recebedor de conteúdos. A busca pelo saber não está ligado tão somente ao ato de ouvir, copiar e fazer exercícios. Se pensarmos sobre este aspecto, os alunos devem permanecer calados e quietos em suas carteiras, entretanto, não é o que ocorre sempre.
É fundamental a participação ativa dos alunos na apropriação do conhecimento, na troca com os colegas, na desacomodação promovida pelo professor.
O ato educativo envolve o conhecimento prévio, toda a bagagem anterior do educando e o que ele faz com os novos subsídios acrescidos na escola.
Outra questão que deve ser levada em conta é sobre o despertar da criticidade no aluno. Ao envolver-se com assuntos políticos, sociais e culturais que existem no meio em que vive, interage com os colegas e forma opinião.
O professor como sujeito da história deve estar engajado a todas essas questões. Não adianta o professor usar de demagogia na sua prática ele deve ser verdadeiro, visando uma prática transformadora. Os alunos devem sentir o comprometimento do professor dentro do processo de ensino. Por isso dizemos que o professor é um formador de opiniões e não apenas um transmissor de conhecimentos.
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