terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Frustração e Satisfação

Durante o meu estágio fiquei muito frustrada pelo fato de não poder usar o laboratório de informática com minha turma. Estávamos desenvolvendo um projeto sobre índios e tudo o que conseguimos, foi através de livros, revistas, figuras e informações trazidas de casa. Penso que o motivo tem a ver com a turma que apresentava, na época, alunos sem limites, desafiadores de normas. Os demais colegas também não utilizavam o laboratório e gostariam de fazê-lo. Então conversamos sobre a necessidade de utilizarmos o ambiente informatizado para que os alunos pudessem fazer novas descobertas e aprendessem a utilizar essa ferramenta. Foi o que aconteceu, com a ajuda da monitora o laboratório foi liberado para uso de todos.

Matemática sem emoção?

Sempre pensei que a matemática era uma disciplina estanque, sem emoção, 1+1=2 e pronto.
Durante minhas experiências na docência, nunca havia tido um aluno tão sedento por Matemática.
Sério, a Matemática corria nas veias dele.
Não era preferência por uma ou outra atividade de Matemática. Qualquer exercício que envolvesse números era fascinante para ele.
Na segunda-feira, após o recreio era o horário da Ed. Física da turma. Então se começássemos a aula com leitura e interpretação, mais algumas atividades de ortografia, por exemplo, já se foi o período antes do recreio. E o menino já reclamava: "Hoje não tem Matemática?" "Que droga!" Para não deixá-lo tão desanimado passava alguns cálculo envolvendo adição e subtração. Porém, mal acabava de passar a tarefa vinha ele com os cálculos para eu corrigir. Para ele a Matemática sempre terá emoção!

Ludicidade II

Outro aspecto da ludicidade é que num jogo, ela serve como um desafio para a criança. Vencer desafios está ligado as necessidades sócio-afetivas e a auto-realização. As regras das brincadeiras também exercem papel importante na formação da criança. São desafios com regras a cumprir, provocando na criança a vontade de vencer, de superar limites, com respeito aos participantes e às normas. A educação lúdica só é significativa se o professor estiver preparado para isso, se não for detentor de conhecimento, se não souber as regras do jogo, sua aula não será produtiva e prazerosa.

Ludicidade I

Dentro da alfabetização observei que a ludicidade exerceu um papel de articulação entre o educando e o conhecimento. Por ser uma atividade divertida e prazerosa na qual a acriança se envolve e é envolvida, a ludicidade desenvolve o raciocínio, o senso lógico e a criatividade, tornando a criança autônoma, crítica e capaz de expressar-se. Brincar faz parte da vida e deixa as pessoas mais felizes. Aliás, o brincar nos remete à aventura do saber. É uma ação pedagógica que facilita a aprendizagem, pois dá significação ao que se aprende.
O educando não se sente obrigado a realizar as tarefas lúdicas. Ele as faz com alegria e desejo. Divertindo-se o aluno participa e interage nas aulas, dinamizando o processo de aprendizagem.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Projetos de Aprendizagem

Ter idéias, ousar sobre elas, desenvolver projetos, criar hipóteses, argumentar, evidenciar, ter uma posição clara frente a outras, fazer projetos, participar de projetos... tudo isso não é utopia, é a mais pura realidade.
Os projeto de aprendizagem sugerem tudo isso e muito mais. Ele opoirtuniza uma investigação de nosas certezas, propicia um quebra de paradigmas internos.
Além de prazeroso e instigador,os projetos de aprendizagem são as novas estratégias de buysca do conhecimento.
Construimos o verdadeiro saber através de experiências em colaboração com demais pessoas que integram o grupo.

O resultado é pura aprendizagem!

Estudos Sociais

Uma das preocupações no ensino da Geografia referem-se a compreensão do mundo. Se vivemos no mundo, pela lógica, devemos cuidar dele, pois é nosso habitat natural.
Assim, nas escolas devemos nos preocupar em ensinar as crianças a compreender o mundo, obtendo informações sobre ele, descobrindo o mundo.
Também é necessário conhecer o espaço onde vivemos e qual é a nossa relação com a natureza. Preservando, prevenindo, reciclando e respeitando a natureza, só assim podemos conviver no mundo. dar aos alunos condições para que tenham uma formação para a cidadania onde eles próprios possam experimentar ações de respeito com a natureza e com a sociedade.
Assim podemos contribuir para que nossos alunos compreendam a realidade no seu conjunto e reflitam sobre as estratégias usadas para a conservação da natureza e para uma economia sustentável.

O papel da família no processo de construção do saber

"O tempo urge", "Não tenho tempo para ver cadernos", "Eu nunca aprendi direito", "Isso é papel da escola", "Para isto ele está na escola", "A professora é que deve corrigir".
Essas e muitas outras frases são ditas por pais. Ao meu ver, estão deixando toda a responsabilidade da aquisição do conhecimento e formação do indivíduo com a escola, com a professora. E se o filho reprovar a culpa recai sobre o professor e sobre a escola.
Assumir os encargos faz parte da educação familiar, também.
Participar da formação dos filhos é primordial.
Os pais precisam envolver-se mais com a aprendizagem dos filhos. Tirar tempo, contar histórias, olhar os cadernos e trabalhos, conversar com os filhos, ir até a escola sempre que puder.
Na turma que trabalho os pais vinham seguido para ver o andamento da aprendizagem. Em contra partida havia alguns casos que nunca apareceram. Inicia o ano, termina o ano, os filhos que dêem conta do riscado.
Pais e professores precisam estar unidos, mantendo um bom diálogo e conduzindo os filhos/educandos ao desenvolvimento de habilidades e competências.