sexta-feira, 20 de junho de 2008

Acessando o Xtimeline das colegas

Quando acessei o evento da Ivone Luz, vi que a colega sente-se muito bem, pois aos poucos está dominando a tecnologia e vencendo desafios. Também tem problemas de acesso à internet, o que ocasiona muitos transtornos para nós que dependemos dela para nosso estudo.
No evento da Elci Schossler, percebi que ela nasceu exatamente 1 ano e 11 meses depois de mim. Achei muito legal ela ter feito seu estágio do magistério na mesma escola em que ela concluiu a 5ª série. Deve ter sido muito importante para sua história de vida.
No evento da Liria - notei que casamos no mesmo ano - porém durante a caminhada a colega arrumou um novo amor, parabéns! É isso aí! A vida continua.
As linhas em geral foram feitas comparando os acontecimentos de nossa vida com os fatos da história da informática na educação. Como é interessante ver que o tempo passou e algumas coisas foram tão morosas para serem criadas e autorizadas seu funcionamento. Ainda existe muita burocracia. Não que ela não seja importante, mas em tempos informatizados deveria ser mais rápida. Vai ver que o acesso deles era discado, hehehe!!!

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Vídeo

Fiz o trabalho da temática 4 da TICS, sobre vídeo. Gostei. Penso que é muito interessante trabalharmos com análise de vídeos, mesmo porque existem muitos trabalhos bons e que merecem nossa atenção.

domingo, 4 de maio de 2008

Reportagem sobre o desempenho em Matemática

Na Zero Hora deste domingo, 04/05/08, nas páginas 4 e 5, vemos um quadro preocupante. Nossos alunos estão aprendendo menos? Nós estamos ensinando menos? São os medos que estão atrapalhando o desempenho das nossas crianças? Essa e tanta questões estão sendo pensadas a muito tempo. Porém esta reportagem nos mostra alguns números que devem mexer com a gente.
A vida gira em torno da matemática, é impossível vivermos sem a matemática. Lendo o que os jovens pensam sobre o conteúdo de matemática que lhe são transmitidos, eles não sabem o porquê dos mesmos, se desanimam porque não entendem e assim por diante...
Lembro-me que quando estudava no ensino fundamental (séries finais), o que comandava a nossa aprendizagem era a disciplina rígida. Uma atenção prodigiosa, o silêncio necessário para se ouvir a voz clara do(a) professor(a) explicando, os alunos (os menos tímidos) perguntando e o professor novamente explicando.
Comparando aos dias de hoje, temos salas com alunos cheios de vida, sem muita concentração, incapazes de ficar muito tempo sentados, imagina em silêncio... ah, que muitas vezes não perguntam nada sobre o que o professor explicou, mas falam de outro assunto bem diferente...
Então, percebo a necessidade de estarmos em constante formação e atualização para acompanhar essas crianças maravilhosas que temos sob nossa responsabilidade durante quatro horas diárias.
Sermos capazes de ouvir as tantas novidades e curiosidades que nossos alunos tem a nos contar e aproveitar para fazer um gancho, retornando ao conteúdo e exemplicando com os fatos contados pelas crianças, a nova questão proposta para o dia.
Junto a tudo isto, temos um mundo fora da sala de aula, cheio de bons exemplos, para trabalharmos a matemática. Levar o lúdico como "choffer" do nosso trem da aprendizagem. Ou até mesmo transformar nossa sala num grande palco de espetáculos, e nele se lançar na aventura de descobrir junto com seus alunos o mundo maravilhoso da matemática.
Fazer da matemática um bicho-papão, só levará as crianças a temerem mais este "vilão" criado para ajudar a vida dos alunos, mas nos olhos deles vem para complicar.
Desvendar os mistérios da matemática, descobrir junto com as crianças, investigar pensar mais e escrever menos...este pode ser um bom caminho, não é mesmo?

quinta-feira, 24 de abril de 2008

PEDAGOGIA DA AUTONOMIA

Pedagogia da Autonomia

Saberes necessários à prática educativa

Paulo Freire

Gosto de ler Paulo Freire. Ele ressalta o respeito em relação ao conhecimento que o educando traz consigo. Por ser um sujeito social e histórico, o educando interage, fazendo suas concepções prévias.

Quando fala em ética, Freire instiga nossa análise quanto à autonomia de ser e de saber do educando que é essencial para o trabalho docente, independente da faixa etária em que se encontram.

“... ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.” (p.25) Assim, podemos ler nas entrelinhas que, quando ensinamos, também aprendemos, criamos, transformamos juntos. Da mesma forma quem aprende, ensina.

Por isso, “Não há docência sem discência” (título p. 23), o nosso existir se dá pelo fato de haver pessoas que querem aprender e experenciar. O professor tem um papel primordial que não é somente o de transmitir conhecimentos, mas ensinar a pensar certo, desafiar, problematizar. Igualmente, o professor deve ser um pesquisador, ter curiosidade, buscar o saber e assimilá-lo de forma crítica, nunca ingênua.

“O professor que pensa certo deixa transparecer aos educandos que uma das bonitezas de nossa maneira de estar no mundo e com o mundo, como seres históricos, é a capacidade de, intervindo no mundo, conhecer o mundo.” (p.31) Para Freire, ensinar demanda aceitar novos desafios quanto ao conhecimento ainda não existente. Faz-se necessário que se proporcionem momentos para experiências, para buscas. O diálogo, o saber ouvir, o debate, devem fazer parte dessa prática tanto quanto o compreender do querer dos alunos. O professor deve sentir prazer no que faz, repassando essa fruição aos seus educandos quanto a suas aprendizagens.

“É esta força misteriosa, às vezes chamada vocação, que explica a quase devoção com que a grande maioria do magistério, nele permanece apesar da imoralidade dos salários.” Aqui, Freire, como mestre, acrescenta que o professor, mesmo retalhado, “ainda cumpre como pode, seu dever, amorosamente”.

Temos que ser protagonistas neste show que é a educação, nos sentirmos livres e felizes, tendo e levando a alegria, co-participando das possibilidades de mudanças. Assim, entre vários significados de ensinar, fica o chamado à reflexão sobre a beleza e a importância do trabalho do professor, que apesar de tantas mazelas: “ensinar vale a pena”.

Aluna: Maria Lúcia de Mello Machado

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Avaliação do Eixo III - 2

Sintetizar minhas aprendizagens significa retornar ao início da etapa, refletir sobre minhas dúvidas, sobre as novas aprendizagens, sobre as consolidações, sobre as aprendizagens que precisaram ser redimensionadas, então, colocá-las no papel de forma mais breve, desde que contemple as idéias principais. Este processo é um pouco moroso, pois precisamos voltar e revisar muitas vezes, para termos certeza daquilo que aprendemos e que queremos apresentar.

Ao organizar a síntese para os outros, pensei em relacionar a minha caminhada com a teoria, o meu dia-a-dia, a minha práxis. Ao mesmo tempo pensei em contemplar falas de alguns autores referentes aos assuntos que eu selecionei para a síntese e que seriam interessantes para uma reflexão. Porém o meu slide, para aquele momento, com tempo pré-estabelecido, não foi o mais apropriado. Deveria ter feito em forma de itens para comentá-los, de acordo com o questionamento em realizado, as minhas aprendizagens e a minha prática em sala de aula.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Fazendo a avaliação do software

Muito interessante foi voltar ao Excel e fazer a tabela. Algumas coisas eu ainda lembrava, outras precisei "fuxicar" para ver como fazia. Sabia das dicas para a confecção das tabelas, mas optei por fazê-las sem a "cola", pensei no fato de que seria interessante verificar o grau de habilidade e lembrança quanto ao ambiente de planilhas. Aprendi, uma coisa bem simples, modificar a direção do texto dentro da célula, auto-ajustar, aumentar o tamanho da célula. Cada dia aprendo algo novo.
Como não usamos planilhas diariamente, tudo torna-se desafiador.

domingo, 6 de abril de 2008

Avaliação do Eixo III

(em construção)

Inicialmente, parecia que seria muito difícil elaborar a síntese das aprendizagens, mas penso que o tornar-se difícil depende da nossa ansiedade e de como nos preparamos para realizar as atividades. Durante a elaboração do documento fiz um texto enorme, de tudo que eu pensava ser importante aparecer. Depois, fui subtraindo ou reduzindo as expressões para contemplar a quantidade de linhas solicitada. Claro que voltei aos textos que fiz no blog e demais atividades para confirmar as idéias que eu queria que fizessem parte do texto. Foi bom rever os textos para podermos analisar a nossa caminhada no curso. Nada adiantaria escrevermos textos bonitos, se não condizessem com nossa prática em sala de aula. Percebi que experiência, prática, eu tenho bastante, o que me faltava era a base teórica que iria sustentar essa prática. Então, nesse sentido fui situando minha prática e acredito que ainda posso aprender mais e qualificar o meu fazer pedagógico.


Na preparação da apresentação oral eu penso que não estava bom, apesar dos slides ficarem bonitos, mas percebi que não correspondia com a minha fala. Não dava para ler tudo que eu escrevi e, ainda, falar da minha prática. Então percebi que nesse ponto preciso melhorar, tanto apresentação quanto minha fala deve ter o mesmo teor, para não ficarem sem sentido. Observei a apresentação de minhas colegas e comparei com a minha, por isso penso que há coisas muito boas, mas também, há coisas que precisam ser melhoradas. Falar em público não é o problema. Tenho que ter segurança sobre o assunto, isto é, ter realizado na prática, observado e avaliado ter acrescentado um embasamento teórico.

Não me recordo de ter chegado a essa conclusão nas etapas finais, o que lembro é que durante a caminhada, os estudos e em consonância com a minha prática docente fui consolidando as aprendizagens. Não posso dizer que tudo o que estamos estudando seja novo para mim. Há muitos assuntos que já foram avistos anteriormente, porém com uma abordagem diferente, até mais significativa.