sábado, 13 de setembro de 2008

Quando a escola também aprende

Já ouvi falar que "a escola deixou de ter qualidade" ou “meu filho não estuda em determinada escola, porque o ensino ali é fraco". Essas palavras e outras me deixam muito triste, porque sempre apostei todas as fichas na educação e, também, procurei realizar um ótimo trabalho com os alunos, tanto na parte cognitiva como na afetiva (que é a mais afetada).
Mas, então, questiono... Será que a escola está "pecando" quanto a sua função? Os pais, também, não estão negligenciando?
Na realidade, o professor não apenas ensina ou troca conhecimentos, ele dá toda a sustentação emocional que a criança precisa, que é necessária para que ocorra a aprendizagem.

Outro fato importante é que os professores precisam inovar suas atividades, diariamente, para não perder para a tecnologia.

Por isso precisamos resgatar a participação efetiva da comunidade escolar na vida da escola. Uma participação entusiasmada, alegre, curiosa e prazerosa.

Para isso devemos repensar as práticas rotineiras, acomodadas e sem informação e atualização.

Apesar do grande descaso de nossos governantes com a educação, mesmo assim, ainda somos a diferença e podemos fazê-la, mas nunca sozinhos. Precisamos estar de mãos dadas com todos que fazem parte desse universo escolar, buscando juntos as melhorias necessárias, qualificando, em todos os aspectos, a educação e avaliando as etapas dessa caminhada, para alcançarmos não uma escola utópica, mas uma escola que caminha e aprende junto com seus educandos e com sua comunidade.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Experiência na Gestão Escolar

Tive a oportunidade de cair de para-quedas na gestão escolar. Saindo de uma gestão anterior centralizadora, com pouco diálogo, e ainda por cima, não entendendo muito sobre o assunto, mas ganhando apoio dos demais colegas da escola, fiquei à frente do educandário até fechar o tempo para uma nova eleição. Peguei a época Collares e brincava com as colegas que eu não era uma diretora e sim, uma interventora. Nunca havia lido tanta papelada (só agora no curso, eh eh) na minha vida. mas era necessário para eu saber a quantas estava a documentação, os processos e solicitações da escola. Foi uma experiência muito boa, aprendi muito e tentei fazer o melhor para todos, não só para mim.

Desvendando a Gestão Escolar

Nas minhas buscas por mais conhecimento sobre Gestão descobri algo interessante. Gestão e administração são termos de origem latina: gerere e administrare. Gerere tem o sentido de governar, conduzir, dirigir. Já administrare tem um sentido mais limitado, gerir um bem , defendendo os interesses daquele que o possui. Mas segundo o que vimos, no encontro presencial (28/08), a administração da educação abrange as políticas, o planejamento, a gestão e a avaliação da educação. A gestão, então, não deixa de ser uma parte da administração. A gestão escolar passa por toda a comunidade escolar, os atores (gostei deste termo) cada um com suas responsabilidades. Mas será que nas escolas tudo ocorre as mil maravilhas? Ninguém deixa de cumprir o seu papel junto à instituição escolar?

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Construindo a Tabela de Tempo

Quando eu estava preenchendo minha tabela de tempo, percebi que o tempo encurtou, que estou realizando muitas tarefas e que preciso dar contado riscado.Não tive nenhum problema ou mesmo senti-me encurralada. Penso que a oportunidade é única e não posso desperdiçá-la. Se faz necessário uma organização e a manutenção da mesma.Seguindo a tabela não haverá problemas.

Sobre o planejamento do tempo, penso que ele é imprescindível na nossa vida uma vez que podemos realizar as diversas atividades (TR, TD, FIL, PEAD, EST, LAZ, HP, DOR) sem dificuldades. Isto tudo se não atropelarmos nosso tempo com muitas atividades. Também devemos ter controle disto tudo e sermos fiéis aquilo ao qual nos propomos.

Inicialmente, preenchi a tabela (modelo) com as atividades que realizo durante a semana, contemplando na íntegra, tudo o que realizo, sem esconder nada. Claro que precisei adaptar alguns horários do PEAD nos finais de semana para a realização das atividades, sendo que isto se faz necessário para o bom andamento do curso. Na tabela que fizemos no início do curso, aproveitamos até os minutos, nesta está dividida em horas cheias, por isso, acomodei mais atividades numa mesma célula, de acordo com o horário.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Realização do workshop

Na apresentação detive-me em colocar tópicos e fazer a explanação de cada item conforme minha experiência e vivência.
Minhas aprendizagens a partir da preparação e realização da apresentação se deram na forma como esquematizei a apresentação, de forma simples, ficando menos dependente da tecnologia e mais livre para expressar minhas idéias e aprendizagens a cerca do tempo e espaço desenvolvidos nas interdisciplinas do semestre. Pude me beneficiar da tecnologia, sem que me atrapalhasse para apresentar e explanar.

Síntese-reflexão

Durante a elaboração do documento síntese-reflexão, percebi a importância de estarmos inteiros frente às aprendizagens realizadas. Quando o mundo externo e o das nossas relações ficam conflituosos, perdemos a linha de ação desvirtuando nosso estudo, e por conseqüência, nossas aprendizagens. Fazer a retomada de algo que ficou muito atrás se torna difícil, pois não há uma sequência no trabalho e a troxa de experiências com os colegas e professores ficam aquém do que se deseja. Assim, é necessário que procuremos administrar nossa vida de modo a não prejudicar os nossos objetivos frente à formação almejada. Igualmente cresci em relação aos conceitos estudados e em relação a minha prática, uma vez que toda a bagagem que tínhamos anteriormente, que valorizava a política dominante e não a vivência de nossos alunos, sua movimentação no espaço e suas ações que possibilitam uma aprendizagem voltada para valorização do indivíduo, sua inserção na sociedade como cidadão atuante e crítico.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O jogo na sala de aula


“ Uma grande descoberta resolve um grande problema, mas há sempre uma pitada de
descoberta na resolução de qualquer problema. O problema pode ser modesto, mas se
ele desafiar a curiosidade e puser em jogo as faculdades inventivas, quem o resolver
por seus próprios meios, experimentará a tensão e gozará o triunfo da descoberta.
Experiências tais, numa idade suscetível, poderão gerar o gosto pelo trabalho mental e
deixar, por toda a vida, a sua marca na mente e no caráter”.
G. Polya

O uso de jogos no dia-a-dia da sala de aula, representa uma mudança de postura do professor
em relação ao o que é ensinar matemática. O professor deixa de seu um comunicador de
conhecimento para o de observador, organizador, mediador e incentivador da aprendizagem, do processo de construção do saber pelo aluno, e só irá interferir, quando isso se fizer necessário, fazendo questionamentos, levando os alunos a mudanças de hipóteses, apresentando situações que levem a reflexão ou para a socialização das descobertas dos grupos, mas nunca para dar a resposta certa. O professor lança questões desafiadoras e ajuda os alunos a
se apoiarem, uns nos outros, para atravessar as dificuldades. Leva os alunos a pensar, espera que eles pensem, dá tempo para isso, acompanha suas explorações e resolve, quando necessário, problemas corriqueiros.