Muito se fala em educação pela sensibilidade, pela observação. Isso acontece muito pouco. Somos transmissores de conhecimento e não aproveitamos o tempo para trabalhar o resgate do desejo nos nossos alunos. Se olharmos o mundo de uma forma investigativa, partindo de uma práxis onde nossa ação-reflexão-ação se dá através da parceria com os demais colegas e alunos, buscaríamos juntos as soluções para os problemas. E isso provocaria mais desejo e esse desejo também provocaria a necessidade e o prazer de saber mais, produzindo conhecimento.
Mas tudo isso é muito bonito, no papel! O professor precisar ter paixão pelo trabalho que realiza, também precisa saber os porquês das coisas, ser curioso. Só assim nossos alunos verão e sentirão que não são só palavras ao vento, mas ocorre uma cumplicidade no trabalho docente.
Somos o espelho de nossos alunos, bem como seus pais. Tudo que falamos deve ser coerente com o que fazemos.
Quando estimulamos nossos alunos, devemos levar em consideração os cinco sentidos, pois o aluno é inteiro, não partes. Então, aguçando, fazendo perceber a realidade através do olhar sensível, levaremos esse aluno a uma aprendizagem significativa.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Divagando sobre qualidade de ensino
O processo educacional, a melhoria pedagógica e o compromisso social têm que caminhar juntos. Um bom ensino por parte do professor não é sinônimo de uma boa aprendizagem por parte dos alunos. É imprescindível melhorar qualitativamente o ensino nas suas formas didáticas e na renovação e atualização constante dos conteúdos.
Educar não é apenas ensinar, mas criar situações de aprendizagem nas quais todos os alunos possam despertar, mediante sua própria experiência do conhecimento. A escola não pode ser vista como uma transmissora de conhecimentos, mas como uma organização que propicia vivências caracterizadas pelo aprender a aprender. Através da flexibilidade na forma de administrar este conhecimento e acompanhada de uma ética social democrática, a escola passa a ser centro por excelência em criar situações de aprendizagens, promover a desacomodação e o protagonismo entre seus alunos, na busca por soluções aos inúmeros problemas que vivemos no dia-a-dia.
O compromisso ético-político do educador deve revelar-se na excelência pedagógica e na colaboração para um clima de esperança no próprio contexto escolar
A questão da qualidade está intrinsecamente ligada a uma educação fundamental que lhe proporcione os meios para a satisfação de suas necessidades básicas de aprendizagem no que se refere a competências mínimas e flexíveis.
Educar não é apenas ensinar, mas criar situações de aprendizagem nas quais todos os alunos possam despertar, mediante sua própria experiência do conhecimento. A escola não pode ser vista como uma transmissora de conhecimentos, mas como uma organização que propicia vivências caracterizadas pelo aprender a aprender. Através da flexibilidade na forma de administrar este conhecimento e acompanhada de uma ética social democrática, a escola passa a ser centro por excelência em criar situações de aprendizagens, promover a desacomodação e o protagonismo entre seus alunos, na busca por soluções aos inúmeros problemas que vivemos no dia-a-dia.
O compromisso ético-político do educador deve revelar-se na excelência pedagógica e na colaboração para um clima de esperança no próprio contexto escolar
A questão da qualidade está intrinsecamente ligada a uma educação fundamental que lhe proporcione os meios para a satisfação de suas necessidades básicas de aprendizagem no que se refere a competências mínimas e flexíveis.
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