A alimentação está diretamente ligada à apropriação do conhecimento, à construção e reconstrução de nossa humanidade a nível social e intelectual.
A alimentação, quando equilibrada, saudável e em quantidade suficiente ao organismo é fator fundamental para o desenvolvimento harmonioso do indivíduo, principalmente na infância e na adolescência.
O tipo de alimento que os pais oferecem e a criança ingere em sua infância e adolescência irá determinar o desenvolvimento intelectual e a saúde quando adulto. Os hábitos alimentares são formados principalmente nela e a tendência é que permaneçam durante toda a vida do indivíduo e sejam transmitidos por ele à sua descendência.
Desta maneira, se ao negar ao indivíduo uma alimentação saudável e necessária a seus gastos energéticos, está-se promovendo sua desumanização. Está se negando um direito universal.
Por outro lado, ao se lhe prejudicar a capacidade de aprendizagem por falta de nutrientes, faz-se a negação de seu direito de aprender e ter acesso à riqueza cultural desenvolvida pela humanidade ao longo de sua história. Está-se, assim, se lhe negando sua condição humana.
Ele será sempre um indivíduo isolado culturalmente num mundo onde o conhecimento é tudo.
Também é dificultado o desenvolvimento de capacidade crítica, ficando ele sem condições e possibilidades de participar conscientemente do processo de transformação social. Por esse motivo são sempre enganados, manobrados por pessoas que não têm compromisso com o social. Tudo seria diferente se eles tivessem comida na mesa e escola de qualidade, que realmente o preparasse para a vida.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Alimentação Escolar
O Brasil é considerado um país com sérios problemas nutricionais em razão dos recentes aumentos de doenças crônicas, como a obesidade.
A escola desempenha papel fundamental, na formação dos hábitos de vida dos estudantes e, é responsável pelo conteúdo educativo, inclusive do ponto de vista nutricional.
Deveríamos observar e trabalhar a preferência de adolescentes pelos alimentos comercializados pela cantina ou distribuídos por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Os alunos das séries iniciais da educação básica gostam da merenda oferecida pela escola. Essa preferência começa a mudar a partir da 5ª série. Apesar que a maioria dos alunos de 5ª e 6ª séries ainda buscam por essa alimentação. Já os alunos de 7ª e 8ª séries compram alimentos da cantina da escola. Dentre os alimentos citados estão: guloseimas, salgados e salgadinhos. Entretanto, os motivos mais apontados pelos alunos, por não consumirem a merenda escolar, foi não ter vontade ou fome ou por não gostarem da merenda.
Torna-se relevante analisar os motivos que os levam a rejeitar a merenda, sendo esta benéfica à saúde se for nutricionalmente balanceada do ponto de vista quantitativo e qualitativo, uma vez que as conseqüências da alimentação inadequada nesta idade podem caracterizar uma diminuição no aproveitamento do aluno.
As observações realizadas sugerem a necessidade de um trabalho pedagógico, visando o incentivo ao consumo da merenda, por meio de educação nutricional.
A escola desempenha papel fundamental, na formação dos hábitos de vida dos estudantes e, é responsável pelo conteúdo educativo, inclusive do ponto de vista nutricional.
Deveríamos observar e trabalhar a preferência de adolescentes pelos alimentos comercializados pela cantina ou distribuídos por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Os alunos das séries iniciais da educação básica gostam da merenda oferecida pela escola. Essa preferência começa a mudar a partir da 5ª série. Apesar que a maioria dos alunos de 5ª e 6ª séries ainda buscam por essa alimentação. Já os alunos de 7ª e 8ª séries compram alimentos da cantina da escola. Dentre os alimentos citados estão: guloseimas, salgados e salgadinhos. Entretanto, os motivos mais apontados pelos alunos, por não consumirem a merenda escolar, foi não ter vontade ou fome ou por não gostarem da merenda.
Torna-se relevante analisar os motivos que os levam a rejeitar a merenda, sendo esta benéfica à saúde se for nutricionalmente balanceada do ponto de vista quantitativo e qualitativo, uma vez que as conseqüências da alimentação inadequada nesta idade podem caracterizar uma diminuição no aproveitamento do aluno.
As observações realizadas sugerem a necessidade de um trabalho pedagógico, visando o incentivo ao consumo da merenda, por meio de educação nutricional.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Plano Individual de Estudos
A partir do encontro presencial:
Realizar as atividades conforme cronograma estipulado pelos professores.
Realizar as leituras necessárias para a compreensão das atividades, bem como sua resolução.
Sempre que necessário buscar ajuda dos professores, tutores e monitores do Intensivo.
Entrar diariamente na Internet para verificar as correspondências.
Realizar as atividades conforme cronograma estipulado pelos professores.
Realizar as leituras necessárias para a compreensão das atividades, bem como sua resolução.
Sempre que necessário buscar ajuda dos professores, tutores e monitores do Intensivo.
Entrar diariamente na Internet para verificar as correspondências.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Ida à FACED - POA - Encontro no RI
Fiquei, à princípio apreensiva, pois só havia eu do Pead Sapiranga, depois chegaram a Jéssica, a Janete e o Edson. Mas apesar disso, os colegas peadianos são muito divertidos e estão à mil.
Já as professoras... rsrsrs
são demais, muito atenciosas e estão prontas para nos auxiliar no que precisarmos.
Adorei o passeio. Não vou muito a POA, mas precisando a gente se vira.
Este intensivo promete.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Professor do Futuro
No livro Professor do Futuro e Reconstrução do Conhecimento, Pedro Demo faz algumas reflexões que considera relevantes para o processo ensino-aprendizagem. Ele fala que a escola é o mais importante caminho para a construção de conhecimento. É nela, que o nosso cérebro é estimulado a trabalhar com o conhecimento que possuímos anteriormente de freqüentarmos uma instituição escolar, porém, esse processo somente obterá êxito se o aluno realmente compreender o tema e a sua importância, de modo que ele possa tornar-se não apenas um sujeito integrante, mas também interativo.
O autor ressalta que não é possível promover aprendizagem em sala de aula se o professor não tiver total domínio do conteúdo, sem precisar recorrer constantemente nos livros didáticos que apresentam respostas prontas e únicas para os exercícios, também afirma que quem estuda com quem não estuda jamais aprenderá estudar.
Demo diz que o livro didático suprime a voz e as inquietudes do aluno não deixando revelar o cidadão que queremos. O poder do livro didático como discurso de verdade, enfatiza o conteúdo como um exercício de reprodução e não de formação e/ou criação. Então ele fala que é preciso proporcionar ao aluno atividades que possibilitem estimular seu raciocínio, trazendo as atividades mais perto possíveis da realidade do educando.
Pedro Demo também faz uma classificação significativa de nove requisitos básicos para que o professor construa o perfil do professor do futuro, ele deve ser pesquisador; formulador de proposta própria; capaz de por em prática a teoria e teorizar a prática; ser atualizado permanentemente em seu conhecimento; aperfeiçoar-se também nos meios tecnológicos; tornar-se interdisciplinar; deve ter mestrado; ser engajado com a cidadania; Professor do futuro é aquele que sabe “fazer” o futuro.
Pedro Demo fundamenta suas teorias dizendo que: fizeram futuro as sociedades que souberam pensar, as sociedades que souberam produzir e usar de modo inteligente as energias de conhecimento, a versatilidade autopoética da aprendizagem, a indocilidade da educação.
O autor ressalta que não é possível promover aprendizagem em sala de aula se o professor não tiver total domínio do conteúdo, sem precisar recorrer constantemente nos livros didáticos que apresentam respostas prontas e únicas para os exercícios, também afirma que quem estuda com quem não estuda jamais aprenderá estudar.
Demo diz que o livro didático suprime a voz e as inquietudes do aluno não deixando revelar o cidadão que queremos. O poder do livro didático como discurso de verdade, enfatiza o conteúdo como um exercício de reprodução e não de formação e/ou criação. Então ele fala que é preciso proporcionar ao aluno atividades que possibilitem estimular seu raciocínio, trazendo as atividades mais perto possíveis da realidade do educando.
Pedro Demo também faz uma classificação significativa de nove requisitos básicos para que o professor construa o perfil do professor do futuro, ele deve ser pesquisador; formulador de proposta própria; capaz de por em prática a teoria e teorizar a prática; ser atualizado permanentemente em seu conhecimento; aperfeiçoar-se também nos meios tecnológicos; tornar-se interdisciplinar; deve ter mestrado; ser engajado com a cidadania; Professor do futuro é aquele que sabe “fazer” o futuro.
Pedro Demo fundamenta suas teorias dizendo que: fizeram futuro as sociedades que souberam pensar, as sociedades que souberam produzir e usar de modo inteligente as energias de conhecimento, a versatilidade autopoética da aprendizagem, a indocilidade da educação.
Docência com Sensibilidade
Muito se fala em educação pela sensibilidade, pela observação. Isso acontece muito pouco. Somos transmissores de conhecimento e não aproveitamos o tempo para trabalhar o resgate do desejo nos nossos alunos. Se olharmos o mundo de uma forma investigativa, partindo de uma práxis onde nossa ação-reflexão-ação se dá através da parceria com os demais colegas e alunos, buscaríamos juntos as soluções para os problemas. E isso provocaria mais desejo e esse desejo também provocaria a necessidade e o prazer de saber mais, produzindo conhecimento.
Mas tudo isso é muito bonito, no papel! O professor precisar ter paixão pelo trabalho que realiza, também precisa saber os porquês das coisas, ser curioso. Só assim nossos alunos verão e sentirão que não são só palavras ao vento, mas ocorre uma cumplicidade no trabalho docente.
Somos o espelho de nossos alunos, bem como seus pais. Tudo que falamos deve ser coerente com o que fazemos.
Quando estimulamos nossos alunos, devemos levar em consideração os cinco sentidos, pois o aluno é inteiro, não partes. Então, aguçando, fazendo perceber a realidade através do olhar sensível, levaremos esse aluno a uma aprendizagem significativa.
Mas tudo isso é muito bonito, no papel! O professor precisar ter paixão pelo trabalho que realiza, também precisa saber os porquês das coisas, ser curioso. Só assim nossos alunos verão e sentirão que não são só palavras ao vento, mas ocorre uma cumplicidade no trabalho docente.
Somos o espelho de nossos alunos, bem como seus pais. Tudo que falamos deve ser coerente com o que fazemos.
Quando estimulamos nossos alunos, devemos levar em consideração os cinco sentidos, pois o aluno é inteiro, não partes. Então, aguçando, fazendo perceber a realidade através do olhar sensível, levaremos esse aluno a uma aprendizagem significativa.
Projeto de Aprendizagem
Quando nos empreendemos na realização do projeto Camaleão, eu e a Giovana, nos empenhamos para realizar um bom trabalho. Mesmo superando as dificuldades de tempo para os encontros on line, acabamos nos perdendo. Eu porque fiquei doente, e por consequência dos gastos, sem dinheiro e sem internet.A Giovana acabou passando por um conflito familiar, culminando num trabalho não realizado
A PA é um trabalho que visa a solução de problemas e desenvolve um processo de construção de conhecimento.
Discutindo sobre hipóteses, certezas e dúvidas, vamos ponderando e chegando a um denominador comum, que venha caracterizar o pensamento do grupo.
Da mesma forma as pesquisas feitas foram esclarecedoras para vários mitos existentes.
Na época cheguei a fazer um avatar no bitstrips da Giovana:.
Mesmo que o trabalho não fora concluído tivemos contato com a formulação da questão de investigação, fazendo a coleta de informações, a coleta de dados, as entrevistas, as enquetes, também fazer a análise de dados, a elaboração de sínteses (respostas com evidências e argumentos e a elaboração e reelaboração de mapas conceituais.
O primeiro mapa nós fizemos a caneta e eu passei por email para a Giovana. Era um modelo de base para montarmos os outros.

Claro que ficou, algo no ar, inacabado. penso que seria interessante retomarmos e terminarmos o trabalho ou mesmo iniciar outro.
Apesar de tudo houve aprendizagens do que precisamos fazer e do que não devemos fazer.
A PA é um trabalho que visa a solução de problemas e desenvolve um processo de construção de conhecimento.
Discutindo sobre hipóteses, certezas e dúvidas, vamos ponderando e chegando a um denominador comum, que venha caracterizar o pensamento do grupo.
Da mesma forma as pesquisas feitas foram esclarecedoras para vários mitos existentes.
Na época cheguei a fazer um avatar no bitstrips da Giovana:.

Mesmo que o trabalho não fora concluído tivemos contato com a formulação da questão de investigação, fazendo a coleta de informações, a coleta de dados, as entrevistas, as enquetes, também fazer a análise de dados, a elaboração de sínteses (respostas com evidências e argumentos e a elaboração e reelaboração de mapas conceituais.
O primeiro mapa nós fizemos a caneta e eu passei por email para a Giovana. Era um modelo de base para montarmos os outros.

Claro que ficou, algo no ar, inacabado. penso que seria interessante retomarmos e terminarmos o trabalho ou mesmo iniciar outro.
Apesar de tudo houve aprendizagens do que precisamos fazer e do que não devemos fazer.
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