Através dos valores expressamos nossas convicções e crenças em relação à vida e modo de ser.
Deste modo, percebemos que uma educação voltada para as transformações e mudanças necessita centrar-se nos princípios de igualdade, fraternidade e solidariedade, valorizando o indivíduo sem distinções ou discriminações, favorecendo o seu desenvolvimento integral.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
HERANÇA
Os pais, na grande maioria, têm uma preocupação em construir um patrimônio para seus filhos.
Na realidade, os bens materiais são importantes para garantir nossa sobrevivência. Mas não é só isso.
Nada adianta ter bens materiais e não ter maturidade e responsabilidade para geri-los.
Quando adolescentes, nos caracterizamos por sermos materialistas e valorizar o imediatismo, buscando algum tipo de satisfação.
Nossa herança principal não são os bens materiais, mas as semelhanças físicas, a postura, as manias, os princípios e tantas outras características.
Além disso, recebemos valores que são eternos, pois jamais se dissiparão com o tempo, pelo contrário se perpetuarão de geração em geração.
O maior bem que os pais podem deixar para seus filhos é a educação através do exemplo positivo.
Mas como fazer isto?
Basta viver com dignidade, de forma correta, proporcionando as condições necessárias para que os filhos construam um futuro com base sólida.
Na realidade, os bens materiais são importantes para garantir nossa sobrevivência. Mas não é só isso.
Nada adianta ter bens materiais e não ter maturidade e responsabilidade para geri-los.
Quando adolescentes, nos caracterizamos por sermos materialistas e valorizar o imediatismo, buscando algum tipo de satisfação.
Nossa herança principal não são os bens materiais, mas as semelhanças físicas, a postura, as manias, os princípios e tantas outras características.
Além disso, recebemos valores que são eternos, pois jamais se dissiparão com o tempo, pelo contrário se perpetuarão de geração em geração.
O maior bem que os pais podem deixar para seus filhos é a educação através do exemplo positivo.
Mas como fazer isto?
Basta viver com dignidade, de forma correta, proporcionando as condições necessárias para que os filhos construam um futuro com base sólida.
INCLUSÃO SOCIAL
Devemos ter respeito com a inclusão social.
Nossa insegurança no trato com pessoas com Nees se dá pela falta de convivência.
Temos um longo caminho a trilhar nesse sentido. Não é o caso de aceitar, mas o que se pode fazer para ajudar? E como fazer?
São muitas as denominações que estas pessoas recebem: aleijado, ceguinho, Down, deficiente, excepcional, inválido, revelando preconceito.
Isso mostra que nossa sociedade determina quem pode conviver nela.
Quando nos referimos à inclusão, queremos dizer que é a sociedade que deve se adaptar a esta realidade.
O cuidado com o uso de termos que expressem as diferenças deve permear aspectos positivos, promovendo novas atitudes em relação a essas diferenças.
A limitação das pessoas não diminui seus direitos.
Todos são cidadãos e fazem parte da mesma sociedade.
Nossa insegurança no trato com pessoas com Nees se dá pela falta de convivência.
Temos um longo caminho a trilhar nesse sentido. Não é o caso de aceitar, mas o que se pode fazer para ajudar? E como fazer?
São muitas as denominações que estas pessoas recebem: aleijado, ceguinho, Down, deficiente, excepcional, inválido, revelando preconceito.
Isso mostra que nossa sociedade determina quem pode conviver nela.
Quando nos referimos à inclusão, queremos dizer que é a sociedade que deve se adaptar a esta realidade.
O cuidado com o uso de termos que expressem as diferenças deve permear aspectos positivos, promovendo novas atitudes em relação a essas diferenças.
A limitação das pessoas não diminui seus direitos.
Todos são cidadãos e fazem parte da mesma sociedade.
A ESCOLA É DE TODOS
A inclusão cresce a cada ano e, com ela, o desafio de garantir uma educação de qualidade para todos.
Nesta escola inclusiva, os alunos precisam aprender a conviver com a diferença e se tornam cidadãos solidários.
Mas sabemos que ainda existem crianças escondidas em casa ou isoladas em instituições especializadas.
Estando na escola as crianças com ou sem necessidades especiais vão conviver e experimentar a diversidade, partilhar conhecimentos.
Sabemos que ao conviver com a diferença colaboramos na formação de adultos tolerantes, mais solidários e responsáveis pelos outros.
Nesta escola inclusiva, os alunos precisam aprender a conviver com a diferença e se tornam cidadãos solidários.
Mas sabemos que ainda existem crianças escondidas em casa ou isoladas em instituições especializadas.
Estando na escola as crianças com ou sem necessidades especiais vão conviver e experimentar a diversidade, partilhar conhecimentos.
Sabemos que ao conviver com a diferença colaboramos na formação de adultos tolerantes, mais solidários e responsáveis pelos outros.
VIOLÊNCIA NA ESCOLA
Sabemos que a escola não está isolada do mundo. Ela agrega pessoas de toda parte. Porém essas pessoas andam mais embrutecidas, acuadas. A violência está solta por aí. Casos de roubo, tráfico, corrupção, desrespeito e preconceito assolam nossa sociedade.
Mas afinal, onde estão os valores, que outrora eram tão exigidos na família?
A escola sofre com o descaso, porque ela é quem deveria fazer a diferença e sente-se de “mãos amarradas”.
Como preparar os jovens para a vida e recompor os valores deteriorados?
Nesse sentido não se pode ignorar a existência da violência e suas práticas. È necessário trazê-las para a escola e analisá-las.
Da mesma forma, situações como agressão em alunos, livros roubados, assédio, desrespeito com funcionários, ofensas contra/entre professores e alunos precisam ser enfrentadas com firmeza.
A escola deve contrapor esta cultura de violência.
Deve se posicionar e não ficar em cima do muro.
Mas quem é a escola?
É toda uma comunidade escolar que abrange direção, coordenação, professores, funcionários, alunos e pais.
A partir de um diálogo com todas as partes, estabelecer metas, desenvolver projetos que envolvam esta comunidade.
Na verdade, a escola deveria contrapor com ações preventivas, anteriores, motivadoras da sua comunidade, coibindo a violência e garantindo a formação do seu jovem.
Mas afinal, onde estão os valores, que outrora eram tão exigidos na família?
A escola sofre com o descaso, porque ela é quem deveria fazer a diferença e sente-se de “mãos amarradas”.
Como preparar os jovens para a vida e recompor os valores deteriorados?
Nesse sentido não se pode ignorar a existência da violência e suas práticas. È necessário trazê-las para a escola e analisá-las.
Da mesma forma, situações como agressão em alunos, livros roubados, assédio, desrespeito com funcionários, ofensas contra/entre professores e alunos precisam ser enfrentadas com firmeza.
A escola deve contrapor esta cultura de violência.
Deve se posicionar e não ficar em cima do muro.
Mas quem é a escola?
É toda uma comunidade escolar que abrange direção, coordenação, professores, funcionários, alunos e pais.
A partir de um diálogo com todas as partes, estabelecer metas, desenvolver projetos que envolvam esta comunidade.
Na verdade, a escola deveria contrapor com ações preventivas, anteriores, motivadoras da sua comunidade, coibindo a violência e garantindo a formação do seu jovem.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Experiência da Análise
Ao visitar os blogs das colegas percebi a grandiosidade das experiências que são descritas e, da mesma forma, trocadas com as colegas.
Os registros são importantes para que possamos comprovar o nosso estudo e nossa aprendizagem. Desta forma, colegas e professores podem colaborar e interferir provocando novas reflexões.
Essa interferência é importante, pois desacomoda nossas certezas, faz-nos repensar sobre nossa prática e nosso estudo.
Analisando a regularidade das postagens, observei a importância de acompanhar o processo de aprendizagem e as análises deste processo contando com os comentários feitos pelos professores, tutores e colegas que podem confirmar ou desacomodar nosso pensamento frente aos conceitos e práticas diárias.
Cada vez mais se acentuam a preocupação com as evidências e os argumentos na elaboração de nossos textos.
Esta sendo valorosa a experiência frente aos conceitos que se interligam e nos levam de encontro com nossa práxis.
Os registros são importantes para que possamos comprovar o nosso estudo e nossa aprendizagem. Desta forma, colegas e professores podem colaborar e interferir provocando novas reflexões.
Essa interferência é importante, pois desacomoda nossas certezas, faz-nos repensar sobre nossa prática e nosso estudo.
Analisando a regularidade das postagens, observei a importância de acompanhar o processo de aprendizagem e as análises deste processo contando com os comentários feitos pelos professores, tutores e colegas que podem confirmar ou desacomodar nosso pensamento frente aos conceitos e práticas diárias.
Cada vez mais se acentuam a preocupação com as evidências e os argumentos na elaboração de nossos textos.
Esta sendo valorosa a experiência frente aos conceitos que se interligam e nos levam de encontro com nossa práxis.
Analisando os Blogs das Colegas
Visitei os blogs de duas colegas: Isabel Machado e Ivone da Luz. Em ambos os blogs percebi que as colegas registraram suas aprendizagens refletindo sobre o foi estudado e as experiências vivenciadas no dia-a-dia.
Houve reflexão a partir dos comentários feitos pelos professores e tutores nos blogs,confirmando assim a aprendizagem ocorrida.
Também observei que as colegas fizeram postagens para todas as Interdisciplinas com regularidade, relacionando a teoria com a prática, dando exemplos de fatos ocorridos com alunos, amigos e familiares. Da mesma formas as colegas apresentaram evidências de suas aprendizagens apresentando argumentos que comprovam trabalho e a aprendizagem.
Houve reflexão a partir dos comentários feitos pelos professores e tutores nos blogs,confirmando assim a aprendizagem ocorrida.
Também observei que as colegas fizeram postagens para todas as Interdisciplinas com regularidade, relacionando a teoria com a prática, dando exemplos de fatos ocorridos com alunos, amigos e familiares. Da mesma formas as colegas apresentaram evidências de suas aprendizagens apresentando argumentos que comprovam trabalho e a aprendizagem.
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