Lidamos, diariamente, com crianças que apresentam falta de limites, transgridem regras ... Em conversa com colegas professores, ouvimos: "a culpa é da família", "não há mais referência familiar, por isso este caos", "a culpa é da TV", "as crianças assistem os desenhos com lutas e querem fazer o mesmo na escola"...
O que fazer?
Na escola, tentamos ser mais rigorosos, impondo regras.
Pode ser um caminho, mas não resolve.
Na verdade, a escola, hoje precisa investir em educação moral(aquela que foi retirada dos currículos.
Ética, princípios, valores, virtudes foram, por nós, aprendidos em outras épocas, no entanto, fazem parte de nossa vida.
O bom senso nas relações socias não existe mais. Vemos a intolerância na mídia.
Por isso, precisamos resgatar estes temas e trazê-los para a escola.
Os temas transversais criados para tal, não estão sendo trabalhados nas escolas como deviam, logo, não surtiram o efeito.
Ives de La Taille, professor da USP defende: "que a escola ajude a formar pessoas capazes de resolver conflitos coletivamente, pautados pelo respeito e princípios discutidos pela sociedade".
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Estágio
O estágio com crianças do segundo ano foi importante, pois pude analisar como o sistema contribui ou não para que o trabalho docente ocorra em parceria com a escola.
O professor detém um conhecimento, fruto de suas buscas, leituras, cursos, experiências, trocas com os colegas e tantas outras ações. A escola deve subsidiar este trabalho, colaborando para que ele ocorra, através da infraestrutura, materiais diversos e apropriados, livros, etc. Ao mesmo tempo, o professor precisa de um apoio quanto ao seu trabalho, onde ele possa se sentir seguro quanto a realização de atividades que envolvam os espaços existentes na escola. A escola é um patrimônio de todos, é pública e por isso todos devem usufruir dela com responsabilidade. Estes espaços devem estar disponibilizados sem senões. Todo o trabalho bem planejado e organizado terá seu êxito, atingirá os objetivos que foram propostos para tal. Nas escola, em geral, há muitos conflitos.
Assim, um profissional que não está à frente de uma turma, não tem uma visão geral da mesma, um entendimento sobre os conflitos, sobre as vitórias. Apenas tem uma noção sobre o que lhe é contado. Nossos alunos trazem consigo muitas mazelas e que, por sentirem-se acolhidos é na escola que eles libertam suas dores. Isso deve ser bem entendido e trabalhado na turma e na escola.
Oportunizar momentos diferenciados aos alunos, onde esles possam ter contato com ferramentas diferentes de lápis e papel faz parte do tempo em que estamos vivendo.
Quem sabe se estas novas ferramentas possam contribuir para amenizar os conflitos que ocorrem na escola?
O professor detém um conhecimento, fruto de suas buscas, leituras, cursos, experiências, trocas com os colegas e tantas outras ações. A escola deve subsidiar este trabalho, colaborando para que ele ocorra, através da infraestrutura, materiais diversos e apropriados, livros, etc. Ao mesmo tempo, o professor precisa de um apoio quanto ao seu trabalho, onde ele possa se sentir seguro quanto a realização de atividades que envolvam os espaços existentes na escola. A escola é um patrimônio de todos, é pública e por isso todos devem usufruir dela com responsabilidade. Estes espaços devem estar disponibilizados sem senões. Todo o trabalho bem planejado e organizado terá seu êxito, atingirá os objetivos que foram propostos para tal. Nas escola, em geral, há muitos conflitos.
Assim, um profissional que não está à frente de uma turma, não tem uma visão geral da mesma, um entendimento sobre os conflitos, sobre as vitórias. Apenas tem uma noção sobre o que lhe é contado. Nossos alunos trazem consigo muitas mazelas e que, por sentirem-se acolhidos é na escola que eles libertam suas dores. Isso deve ser bem entendido e trabalhado na turma e na escola.
Oportunizar momentos diferenciados aos alunos, onde esles possam ter contato com ferramentas diferentes de lápis e papel faz parte do tempo em que estamos vivendo.
Quem sabe se estas novas ferramentas possam contribuir para amenizar os conflitos que ocorrem na escola?
Cursar a Faculdade a distância foi uma experiência muito interessante, que transformou muitos dos nossos comportamentos. Posturas errôneas que faziam parte do nosso dia a dia, foram aos poucos cedendo lugar à práticas mais polidas quanto ao estudo, à troca de experiências, ouvir o outro, colaborar com o outro, organizar o trabalho. levar os educando a organizarem-se também. Com certeza, nada ficara igual após este curso.
Antoine de Saint-Exupéry, em Acaso, nos agracia com a seguinte mensagem:
"Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontram ao acaso. "
Realmente, levaremos para a vida todos os momentos presenciais e virtuais.
Foi muito bom! Não apenas trocamos conhecimentos, mas fizemos amigos.
Antoine de Saint-Exupéry, em Acaso, nos agracia com a seguinte mensagem:
"Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontram ao acaso. "
Realmente, levaremos para a vida todos os momentos presenciais e virtuais.
Foi muito bom! Não apenas trocamos conhecimentos, mas fizemos amigos.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Detectando dificuldades de aprendizagem
Meu maior desafio como professora é assegurar que todos os alunos dominem as competências básicas do programa de ensino para o ano em que se encontram.
Não se trata de passar o conteúdo previsto, é preciso que os alunos aprendam.
Uma das dificuldades que alguns alunos encontram é aprender a ler. Para isto é necessário que o aluno compreenda o princípio alfabético, isto é, ter desenvolvido a consciência fonêmica. A Consciência fonêmica nada mais é do que o desenvolvimento de uma consciência fonológica aliada a um nível adequado de linguagem e vocabulário.
Na verdade o que acontece é é que alguns alunos dificuldades para aprender o código alfabético: codificar e decodificar palavras.Também podendo confundir letras e sons.
Fico atenta, observando os alunos nas suas iniciatitivas. Procuro desenvolver atividades que trabalhem o erro do aluno, conversar muito, propondo desafios.
Na turma onde atuo, encontrei outro fator que dificultavam o desenvolvimento de alguns dos alunos: falta de visão. Um dos casos já está solucionado e o outro está em andamento.
Não se trata de passar o conteúdo previsto, é preciso que os alunos aprendam.
Uma das dificuldades que alguns alunos encontram é aprender a ler. Para isto é necessário que o aluno compreenda o princípio alfabético, isto é, ter desenvolvido a consciência fonêmica. A Consciência fonêmica nada mais é do que o desenvolvimento de uma consciência fonológica aliada a um nível adequado de linguagem e vocabulário.
Na verdade o que acontece é é que alguns alunos dificuldades para aprender o código alfabético: codificar e decodificar palavras.Também podendo confundir letras e sons.
Fico atenta, observando os alunos nas suas iniciatitivas. Procuro desenvolver atividades que trabalhem o erro do aluno, conversar muito, propondo desafios.
Na turma onde atuo, encontrei outro fator que dificultavam o desenvolvimento de alguns dos alunos: falta de visão. Um dos casos já está solucionado e o outro está em andamento.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Observações e Ponderações
Quando estou na sala de aula com meus alunos, passando atividades, explicando, corrigindo,observo os alunos e suas ações e reações.
Por que há alunos que se dedicam, gostam de escrever, realizar as atividades. Há aqueles ainda que tem sede de saber. São rápidos e buscam mais e mais, precisando às vezes freá-los. Esses vão auxiliando os colegas mais atrasados.
Tem aqueles que vão fazendo aos poucos, param, conversam, trocam idéias, continuam suas atividades e terminam. Mas ainda temos os alunos que fazem de tudo pra não fazer as tarefas, pedem para tomar água, para ir ao banheiro, reclamam de um ou outro colega que estão encomodando-os, ou que estão sem lápis, sem borracha, estão com dor de cabeça, e assim vai por aí a fora. São crianças que gostam de brincar e se divertir, porém quando chega na hora de fazer as atividades, não flui.
Com uma turma tão heterogênea, busco fazer a diferença atendendo todos da melhor forma. Preciso contar com a ajuda dos pais, respaldando a realização das tarefas de casa, mas isso também não acontece no geral. Estou no ritmo do "rebolation" pra ver se dou conta, rsrsrs...
A amizade, o afeto eu já tenho deles, preciso aos poucos ir contornando essas pequenas grandes barreiras que se fazem presentes na vida deles e, que dificultam a aprendizagem, o sentir-se livre para voar, ousar, aprender.
Por que há alunos que se dedicam, gostam de escrever, realizar as atividades. Há aqueles ainda que tem sede de saber. São rápidos e buscam mais e mais, precisando às vezes freá-los. Esses vão auxiliando os colegas mais atrasados.
Tem aqueles que vão fazendo aos poucos, param, conversam, trocam idéias, continuam suas atividades e terminam. Mas ainda temos os alunos que fazem de tudo pra não fazer as tarefas, pedem para tomar água, para ir ao banheiro, reclamam de um ou outro colega que estão encomodando-os, ou que estão sem lápis, sem borracha, estão com dor de cabeça, e assim vai por aí a fora. São crianças que gostam de brincar e se divertir, porém quando chega na hora de fazer as atividades, não flui.
Com uma turma tão heterogênea, busco fazer a diferença atendendo todos da melhor forma. Preciso contar com a ajuda dos pais, respaldando a realização das tarefas de casa, mas isso também não acontece no geral. Estou no ritmo do "rebolation" pra ver se dou conta, rsrsrs...
A amizade, o afeto eu já tenho deles, preciso aos poucos ir contornando essas pequenas grandes barreiras que se fazem presentes na vida deles e, que dificultam a aprendizagem, o sentir-se livre para voar, ousar, aprender.
domingo, 4 de abril de 2010
Desafios
Na turma onde leciono há vários alunos que apresentam TDAH. Então considero um desafio ensinar, problematizar, estimular, provocar a curiosidade, a necessidade e o prazer em aprender a ler e escrever. Há dois repetentes na turma. Um deles com problemas fonológicos. Também, há aqueles que não se desenvolveram como deveriam no Programa Alfa e Beto, vindos das outras duas turmas existentes e uns sete alunos da minha turma. Ao todo são quatorze crianças que precisam ser recuperadas numa turma de trinta educandos. Penso que o Programa é bom e pode ser desenvolvido, porém só através da ludicidade podemos recuperar esse atraso no desenvolvimento cognitivo desses pequenos.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Hiperatividade e falta de atenção
De todas as situações que ocorrem na escola, o TDHA (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade)vem ganhando espaço nas escolas. E não são resolvidos ou ou amenizados os casos existentes, visto que, há uma fila enorme para atendimento via município e os pais não percebem a necessidade deste auxílio ou não tem como custear o tratamento.
Crianças bem ativas, agitadas ou distraídas frequentam as nossas salas de aula. Isto interfere na vida e no desenvolvimento normal delas.
A família deveria ser parceira na busca da solução para estes casos.
O professor tenta de todas as maneiras ajudar, mas o efeito não é o mesmo.
À medida que a criança vai crescendo, o seu desenvolvimento cognitivo não acompanha, ocorrem muitos conflitos nas relações familiares e socias. Um por falta de concentração, outro por falta de atenção. E agora professor?
Crianças bem ativas, agitadas ou distraídas frequentam as nossas salas de aula. Isto interfere na vida e no desenvolvimento normal delas.
A família deveria ser parceira na busca da solução para estes casos.
O professor tenta de todas as maneiras ajudar, mas o efeito não é o mesmo.
À medida que a criança vai crescendo, o seu desenvolvimento cognitivo não acompanha, ocorrem muitos conflitos nas relações familiares e socias. Um por falta de concentração, outro por falta de atenção. E agora professor?
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